CRENÇA NA CRENÇA DE QUE AS DIFERENÇAS RACIAIS NÃO TÊM IMPLICAÇÕES NA IGUALDADE

«Algumas pessoas acreditam que a crença nas diferenças raciais

é tão perniciosa,que mesmo quando é verdade,

deve ser esmagada.»

Daniel Dennett, 2006

Normalmente, quando se registam diferenças nos testes de QI, independentemente da justificação apresentada para as explicar, a existência dessas diferenças não é realmente posta em causa, mesmo por quem se opõe de forma drástica às perspectivas defendidas por Jensen, Eysenck ou Rusthon (Singer, P., 2002). Os testes são precisos, cientificamente controlados e os seus resultados são claros. Logo, o ponto mais polémico deste debate não reside na análise dos dados, mas na questão ‘a priori’ de se saber se esses estudos são realmente possíveis e legítimos. Afinal, o que é isso de fazer estudos com ‘raças’? Será que é possível e legítimo comparar raça e QI?

Apesar dos inúmeros estudos realizados, da evidência dos seus resultados e da sua aceitação no meio científico, existe uma quantidade razoável de investigadores que considera esses estudos fraudulentos e desprovidos de credibilidade. Segundo a óptica desses refutadores, não faz sentido e é totalmente impossível fazer estudos comparativos entre raça e QI, pois o próprio conceito de raça é produto de uma construção social, logo, não pode ser submetido a parâmetros de estudo científico. Num artigo intitulado Intelligence, Race and Genetics, da Yale University, publicado na revista American Psycologist (2005), vários investigadores (Sternberg, R. J., Grigorenko, E. L. e Kidd, K. K.) defendem que o conceito de raça é uma construção social e que os estudos acerca do relacionamento entre as raças podem servir extremidades sociais, mas nunca extremidades científicas: «Onde é que a raça se ajusta no teste de padrão genético? Realmente, não cabe em parte nenhuma. A raça é um conceito social construído, não biológico. Deriva do desejo de uma pessoa classificar. Os povos parecem ser naturais classificadores». Os autores do artigo vão ainda mais longe ao afirmarem que nenhum gene foi, até hoje, ligado de modo conclusivo à inteligência, por isso, qualquer tentativa de estabelecer uma ligação genética entre a raça e a inteligência é impraticável neste tempo, dado que a hereditariedade (conceito «empírico-genético») é inadequada para proporcionar tal ligação: «Um número de académicos reincidia ter estudado relacionamentos entre inteligência, a raça e a genética (por exemplo, Herrnstein & Murray, 1994; Rushton, 1995). A tese deste artigo é que estes estudos não estão radicados em construções científicas mas em crenças populares acerca delas. Há uma grande diferença entre estudar relacionamentos com base em construções científicas e estudar relacionamentos tendo por base crenças populares. O maior problema é quando se estuda o último mas se acredita que se está a estudar o primeiro» (Sternberg, R. J., Grigorenko, E. L. e Kidd, K. K., 2005).

Estes autores sustentam a crença de que a raça é um conceito cultural, portanto, os estudos entre as raças e as suas diferenças (QI) apenas podem acentuar a falta de idoneidade dos investigadores envolvidos. Isto significa que os estudos científicos realizados nesta área, ao longo dos últimos 150 anos por investigadores como Broca, Bouchard, Lynn, Jensen, Deary ou Rusthon, envolvendo desmesurados financiamentos, não passaram de um embuste. Mas então, e os resultados obtidos? O que fazer com eles? Será legítimo ignorar ou destruir anos de trabalho numa área tão complexa como esta, envolvendo respeitadas equipas de investigadores e colaboradores, só porque se ‘acredita que a raça não é um conceito biológico’ e que, em consequência, contrariamente às provas científicas, deixa de ‘ser possível existirem quaisquer diferenças no QI’ entre as raças’? Deveremos, por isso, descurar e declinar estes estudos?

Existem duas coisas a respeito desta crítica que é importante sublinhar: i) não é pelo facto de desaprovarmos ou não acreditarmos nestes estudos que eles deixam de existir ou de ter a sua validade científica ‘real’: por exemplo, existem dados clínicos claros sobre a diferente susceptibilidade a doenças de pessoas pertencentes a diferentes etnias, bem como a diferente reacção a medicamentos, embora esses resultados sejam considerados inaceitáveis por alguns investigadores e entidades que subsidiam a investigação – o que não os invalida; ii) não é transformando o conceito de raça num conceito unicamente cultural que a subsistência de ‘diferenças’ entre as diversas raças deixa de existir e que o problema do racismo se resolve. Os racistas não desaparecem apenas porque a raça se torna um conceito cultural (do mesmo modo que não se multiplicam apenas porque a raça é entendida como um conceito biológico): para um racista, as justificações ou as provas são totalmente arbitrárias, aquilo que realmente importa são as ‘crenças pessoais’ (de ‘foro íntimo’) que o conduzem a agir daquela forma. Deste modo, a abolição do termo raça como conceito biológico apenas permite classificar o racismo como um movimento ‘irracional’ e cientificamente ilegítimo, ao mesmo tempo que se abre a possibilidade aos racistas de justificarem os seus actos com ‘crenças culturais irracionais e injustificáveis’. Se a raça é um produto cultural e o homem tem tendência para ‘classificar’ os que pertencem a outras culturas, por serem ‘diferentes’ da sua, então os racistas são ‘classificadores revolucionários’: descriminam os que são exteriores à sua cultura por ‘razões e crenças estritamente culturais’ que edificam o seu próprio grupo. Assim, a discriminação racial é fruto do reconhecimento pessoal da ‘existência de diferenças entre as raças’, as quais levam à formação de crenças sólidas acerca dessa diferença.

Como referi e sublinho novamente, não é da competência deste trabalho avaliar ou optar por teorias, mas esclarecer que não há motivo para controvérsias exacerbadas quanto às origens das diferenças entre os seres humanos. Isto, porque os estudos científicos acerca das diferenças entre as raças não têm implicações perniciosas face ao ideal de igualdade, pelo contrário, ajudam-nos a compreender melhor a complexidade e diversidade do ser humano, bem como a promover condições sociais mais eficazes em função das suas precariedades. É necessário compreender que a aceitação da igualdade entre os diversos seres humanos relaciona-se com o conjunto de crenças que enformam o pensamento e a mentalidade de cada um. Logo, mesmo que a hipótese genética esteja correcta, i. e. que as diferenças de QI entre as raças se devam, realmente, a factores genéticos (Herrnstein & Murray; Rusthon & Ankey; Lynn, R., & Vanhanen, T,; Fryer, Jr. & Levitt, S. D.) as implicações não são tão drásticas, nem tão reconfortantes para os racistas genuínos, como muitas vezes se pensa. Existem, segundo a minha óptica, três razões que me parecem ser suficientes para defender esta teoria:

(i) qualquer que seja a origem das diferenças entre as raças, o condicionamento cultural pode atenuar ou acentuar essas diferenças: a hipótese genética não implica que devamos reduzir os nossos esforços para vencer outras causas de desigualdade entre as pessoas (ex: habitação precária; acesso à escolaridade). Independentemente do grupo racial em que estão inseridas, as pessoas não devem ser impedidas pelo seu ambiente de fazer o melhor possível, pelo contrário, talvez até devêssemos empenhar mais esforços no auxílio dos que partem de uma posição desvantajosa, no sentido de atingirmos um resultado mais igualitário;

(ii) as pessoas devem ser avaliadas enquanto indivíduos, não podemos simplesmente agrupá-las e a partir daí retirar as conclusões: o facto de um QI médio de um grupo racial ser mais elevado que outro isso não permite a ninguém dizer que todos os membros do grupo com QI mais elevado têm um QI superior ao de todos os membros do grupo de QI menor – isto é claramente uma falsidade relativamente a qualquer grupo racial – nem que um determinado indivíduo do grupo com QI mais elevado tem um QI superior ao de um determinado indivíduo do grupo de QI inferior – em muitos casos, isto seria falso. Estes quocientes são apenas – como já referi – médias, que nada dizem acerca do indivíduo ‘em si’. Logo, qualquer que seja a causa das diferenças entre o QI médio, não há qualquer justificação para a segregação racial em qualquer campo social: os membros de diferentes grupos raciais devem ser tratados como indivíduos.

(iii) o princípio da igualdade não se baseia em qualquer igualdade real partilhada por todas as pessoas: defendo, tal como já foi postulado, que a única base defensável para o princípio da igualdade é a consideração de interesses, sendo que os interesses humanos mais importantes não são afectados por essas diferenças de inteligência, como por exemplo: o interesse em evitar a dor, em desenvolver as suas próprias capacidades, em satisfazer as necessidades básicas de alimentação, de abrigo, de desfrutar de relação pessoais, de ser livre, de construir os seus próprios projectos sem interferências, etc. (Singer, P., 2008).

Deste modo, o estatuto de igualdade não está dependente da inteligência. Ainda que grupos raciais obtenham diferentes resultados médios de QI, isso não serve de base para negar o princípio moral de que todos os seres humanos são iguais, i. e. de que todos têm os mesmos direitos e oportunidades. Os racistas que defendem o contrário arriscam-se a ter que se resignar perante o primeiro génio que encontrem. Tal como escreveu Thomas Jefferson numa carta em resposta a Henri Gregoire e à sua tentativa de refutar a perspectiva então comum de que os Africanos eram desprovidos de inteligência: «Pode ter a certeza de que não há pessoa que deseje mais sinceramente que eu, ver uma refutação total das dúvidas que eu próprio acalentei e exprimi quanto ao grau de compreensão que lhes foi atribuído pela natureza, nem ninguém deseja mais sinceramente descobrir que eles estão em pé de igualdade connosco (…) mas, qualquer que seja o seu grau de talento, não constitui medida dos seus direitos. Lá por o Sir Isaac Newton ser superior em compreensão aos outros, não foi, por isso, senhor da propriedade ou pessoa de outros». (Jefferson, T., 1809). Qualquer que seja o nível de QI de um indivíduo, ele apenas poderá ser útil ao mesmo, pois as diferenças de QI não são utilizadas como medida de estabelecimento de deveres e direitos para o universo populacional: todos os cidadãos têm os mesmos direitos, independentemente do sexo, do QI, da tonalidade de pele, etc.

Assim, perante a questão de se saber se é ou não legítimo continuar a comparar a Raça e o QI, a resposta é: evidentemente, uma vez que: i) os testes de QI desempenham um papel importante na nossa sociedade: o QI de uma pessoa é um factor que mede as perspectivas de cada um para melhorar o seu estatuto profissional, rendimento ou classe social; ii) os testes de QI prevêem o sucesso académico e profissional de igual forma para os Brancos, os Negros e os Orientais, permitindo-nos «classificar» as raças e estabelecer um padrão: em média, os Orientais obtêm os resultados mais altos, os Negros os mais baixos, enquanto os Brancos se situam no meio, mas mais próximos dos Orientais; iii) as mesmas diferenças raciais aparecem tanto em testes que foram feitos para serem culturalmente isentos, como nos testes de QI comuns: «Na realidade, os Negros até obtêm resultados ligeiramente mais altos nos testes de QI comuns, do que naqueles que são ‘culturalmente isentos’ – este facto está em oposição com a teoria cultural» (Rusthon, J. P., 2000).

Neste sentido, o problema em causa é o seguinte: se existirem realmente factores genéticos nas diferenças raciais de QI, como nos indica Jensen, Herrnstein e Murray’s ou Rusthon, haverá igualmente factores genéticos nas diferenças de estatuto profissional, rendimentos e classe social. Logo, se estamos interessados na igualdade e na defesa da dignidade humana não poderemos ignorar o QI, nem os estudos a ele associados.

4 thoughts on “CRENÇA NA CRENÇA DE QUE AS DIFERENÇAS RACIAIS NÃO TÊM IMPLICAÇÕES NA IGUALDADE

  1. autor desconhecido diz:

    ”Os povos parecem ser naturais classificadores”

    Me perdoe, mas o que essas pessoas, esses pesquisadores tem na cabeça? Acabaram de confirmar a teoria dos genes-espelho.

    Lendo o seu texto (de 2008) tenho algumas considerações (obviamente pessoais) a fazer:

    ”as implicações não são tão drásticas, nem tão reconfortantes para os racistas genuínos, como muitas vezes se pensa. ”

    Desculpe, racistas ”genuínos”??? Acredito que grande parte de nós sejamos racistas, faz parte da natureza humana. As implicações são sim, muito drásticas quanto a isso. Seria basicamente a dissolução de toda a sociedade ”moderna”, que foi construída com base na negação das raças e portanto na introdução do multiculturalismo. Mesmo que se torne impossível e eu diria mais,inaceitável,a expulsão a ponta pés dos milhões de imigrantes que vivem atualmente na Europa e nos EUA (mesmo que o contrário , a expulsão dos brancos de suas colônias foi algo totalmente possível no passado e ainda seja no futuro), uma série de transformações sem precedentes acontecerão quando o realismo racial voltar a ser cabível para os povos europeus (porque aos outros povos este nunca deixou de ser uma realidade, pelo contrário, eles tem trabalhado dentro da crendice ocidental da igualdade inata, contra os povos ocidentais).

    ”a hipótese genética não implica que devamos reduzir os nossos esforços para vencer outras causas de desigualdade entre as pessoas (ex: habitação precária; acesso à escolaridade).”

    Vencer as desigualdades inatas das raças humanas é uma tarefa um tanto titânica, boa sorte quanto a isso.

    ”as pessoas devem ser avaliadas enquanto indivíduos, não podemos simplesmente agrupá-las e a partir daí retirar as conclusões: o facto de um QI médio de um grupo racial ser mais elevado que outro isso não permite a ninguém dizer que todos os membros do grupo com QI mais elevado têm um QI superior ao de todos os membros do grupo de QI menor”

    Desculpe mas achei um tanto monocromático este seu pensamento. Não adianta avaliarmos somente o indivíduo, principalmente quando existe forte probabilidade deste indivíduo estar emparelhado à média de qi de sua respectiva população. Vejamos casos impossíveis de se usar esta tática: africanos subsaarianos e aborígenes, em ambos os casos a maioria (média) da população apresenta qi dos mais baixos do mundo. Empreender a resolução ”o que importa é o indivíduo” serviria mais para orientais do nordeste asiático e brancos caucasóides. Mas, não adiantaria, sempre vivemos em torno de comunidades, populações. Vale ressaltar que o comportamento social das raças também diferem, e várias pesquisas tem comprovado que mesmo quando igualado as condições sociais e cognitivas ainda existem fortes disparidades por ex em relação a sociopatia. O temo ”o que importa é o indivíduo” na opinião serviria apenas para separar as exceções de pessoas que pertencem às raças menos inteligentes, ou seja, separar os destoantes da média. No mais, essa conclusão não passa de mais uma tentativa dos pseudo cientistas em contornar as suas sucessivas derrotas neste embate.

    ”Deste modo, o estatuto de igualdade não está dependente da inteligência.”

    Desculpe mas está sim, na minha opinião claro, ambos estão totalmente unidos, os orientais se sobressaem melhor em sociedades ocidentais e se igualam em renda e condição social em relação aos eurodescendentes autóctones porque também são inteligentes. É a manifestação de suas habilidade cognitivas. O mesmo poderia ser dito em relação aos negros, no sentido contrário evidentemente.

    ”Ainda que grupos raciais obtenham diferentes resultados médios de QI, isso não serve de base para negar o princípio moral de que todos os seres humanos são iguais, i. e. de que todos têm os mesmos direitos e oportunidades.”

    Esse é o pensamento ocidental do ”fardo do homem branco”. Princípios morais são meras construções antrópicas sócio-culturais, e sabemos que eles são relativos mediante as populações que observamos. Se este princípio moral tipicamente ocidental do final do século XX fosse devidamente imposto, então populações autóctones da Papua Nova Guiné e tribos africanas estariam de fora desta máxima. Para mim esse pensamento cheira a colonização cultural ocidental, onde procura-se impôr a sua ”igualdade” acima das prioridades seculares dos outros como se fossem resoluções universais (ou terráqueas).
    Os seres humanos não são iguais, logo os mesmos direitos e oportunidades variam mediante a sua impulsividade, capacidade de empreendimento e superação bem como suas capacidades inatas. Uma pessoa que nasceu para ser pedreiro dificilmente conseguirá galgar outras colocações. A meritocracia é incompatível com os direitos iguais, visto que os merecimentos destoam mediante o sacrifício (interação ambiental) e a hereditariedade cognitiva que está inteiramente relacionada ao primeiro, ou seja, uma pessoa inteligente busca se superar, enquanto que pessoas menos inteligentes, principalmente já bastante influenciadas pelo pensamento do igualitarismo,esperam seus direitos e oportunidades, quando não estão, se conformam com a sua realidade.

    Os racistas que defendem o contrário arriscam-se a ter que se resignar perante o primeiro génio que encontrem.”

    • Olá!

      Ora bem.. o comentário é longo, por isso, farei por ser breve.

      Primeiro, obrigada. feedback é o que realmente procuro e nesse sentido é uma grande ajuda.

      ”as implicações não são tão drásticas, nem tão reconfortantes para os racistas genuínos, como muitas vezes se pensa. ”

      Digamos que, por um lado possui razão, é realmente uma dissolução de toda uma ideia que pode simplesmente estar errada. Não considero que seja através da negação que podemos exterminar uma questão tão complexa e drástica como a “raça”. Parece-me mais correcto analisar o problema e pensar nas suas consequências. A negação tem sido frenética desde 1960 e pouco ou nada mudou na mente das pessoas… sempre que questiono alguém sobre este tema e refiro-me, claro, a leigos, pessoas da sociedade que vivem e participam na sociedade e todas me questionam com um ar surpreso sempre que digo que “as raças não existem” ou que foi “decretado que as raças são existem”.

      Sabemos perfeitamente que é muito mais complexo do que isso….mas o indivíduo deve ser sempre considerado per si, independentemente das suas origens, afinal não é assim que nos ensinam desde pequenos? Por que razão fazemos políticas globais se no fundo somos todos diferentes?

      Não considero que os cientistas percam ou ganhem debates… a “raça” continua a ser objecto de debate científico e a ser utilizada em pesquisas científicas. cabe aos “intelectuais” pensar sobre isso e perceber até onde é que se pode ir nestes assuntos…

      ”Deste modo, o estatuto de igualdade não está dependente da inteligência.”

      NÃO. O problema aqui está no conceito de igualdade. Sermos todos iguais não significa cabelos iguais, capacidades iguais ou inteligência igual. Significa simplesmente que somos seres humanos e, por isso, somos iguais e merecemos o mesmo respeito independentemente da nossa capacidade cognitiva. As pessoas não possuem as mesmas habilidades e é por isso mesmo que o mundo funciona da maneira que funciona.

      ”Ainda que grupos raciais obtenham diferentes resultados médios de QI, isso não serve de base para negar o princípio moral de que todos os seres humanos são iguais, i. e. de que todos têm os mesmos direitos e oportunidades.”

      Não está em nada relacionado com uma “colonização ocidental”!! Trata-se de uma visão universal do sentido do homem…. Eu realmente estou preocupada com o conceito, com a sua estrutura e utilização. O que podemos fazer para melhorar? Será que é através da eliminação? Para mim, não é!

      O primeiro ponto é esse. Existe diferença, sem duvida alguma coisa de genético tem de existir por isso, é necessário reflectir sobre o seu uso e para onde queremos que este caminhe.

  2. autor desconhecido diz:

    Continuando…

    Existem gênios e gênios, todos os nossos pensamentos tem sido influenciados pelo iluminismo francês durante a revolução de mesma nacionalidade. Talvez o iluminismo sirva para nossos iguais, mas não para os de outras paróquias.

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